Atendimento em Caxias do Sul

Ablação Hepática

A ablação hepática é um tratamento minimamente invasivo utilizado para destruir tumores no fígado sem a necessidade de cirurgia aberta.

Sem cortes

Acompanhamento anestésico

Guiada por ultrassonografia e tomografia

Observação após o procedimento

O que é a ablação hepática?

A ablação hepática é um tratamento minimamente invasivo utilizado para destruir tumores no fígado sem a necessidade de cirurgia aberta.

O radiologista intervencionista introduz uma agulha de radiofrequência ou uma agulha de micro-ondas diretamente no tumor, guiado por exames de imagem. Por meio dessa agulha é aplicada energia que aquece e destrói as células tumorais, incluindo uma margem de tecido ao redor da lesão para aumentar a eficácia do tratamento.

Entre as técnicas utilizadas estão a ablação por micro-ondas e a ablação por radiofrequência.

Quando a ablação hepática é indicada?

A indicação depende principalmente do tipo, tamanho, número e localização dos tumores, além das condições clínicas de cada paciente.

Metástases hepáticas do câncer colorretal

a ablação pode ser utilizada no tratamento de metástases do câncer de cólon e reto localizadas no fígado.

Em pacientes selecionados com metástases hepáticas pequenas, especialmente lesões de até 3 cm, estudos de alta qualidade demonstraram que a ablação térmica apresenta resultados iguais aos da cirurgia, com menor frequência de complicações e recuperação mais rápida.

Lesões maiores também podem ser tratadas por ablação, dependendo de sua localização, número e características. Nesses casos, a indicação deve ser discutida entre as equipes envolvidas no tratamento do paciente para definir a melhor estratégia.

Hepatocarcinoma

a ablação também é um tratamento estabelecido para o carcinoma hepatocelular, o tipo mais comum de câncer que se origina no fígado. É especialmente utilizada para tumores pequenos e, em pacientes adequadamente selecionados, pode ser realizada com intenção curativa.

Como é realizada?

Antes do procedimento, o radiologista intervencionista avalia detalhadamente os exames para determinar a localização do tumor e planejar a forma mais segura e eficaz de tratá-lo.

A ablação é realizada sem cortes e guiada por tomografia computadorizada e ultrassonografia.

Uma agulha de radiofrequência ou uma agulha de micro-ondas é posicionada diretamente dentro do tumor. Por meio dela, é aplicada energia que produz calor controlado, destruindo as células tumorais e uma margem de segurança ao redor da lesão.

Após a ablação, novas imagens são realizadas para avaliar a área tratada e verificar se todo o tumor e a margem planejada foram adequadamente tratados.

Por que realizar a ablação com um radiologista intervencionista?

A ablação não depende apenas da aplicação de energia no tumor. O posicionamento preciso da agulha e a avaliação por imagem durante e imediatamente após o tratamento são fundamentais para o resultado do procedimento.

O radiologista intervencionista é o médico especializado em realizar procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem e possui treinamento específico para planejar o melhor trajeto e posicionar com precisão a agulha de ablação dentro da lesão, utilizando tomografia computadorizada e ultrassonografia.

Além disso, sua experiência na interpretação das imagens permite avaliar imediatamente a área de ablação, verificando se toda a lesão e a margem de segurança foram adequadamente tratadas e identificando situações em que seja necessário complementar a ablação ainda durante o mesmo procedimento.

Essa combinação entre tratamento minimamente invasivo e domínio das técnicas de imagem é uma das principais características da Radiologia Intervencionista.

A ablação hepática dói?

A ablação hepática é realizada com acompanhamento anestésico, proporcionando conforto e controle adequado da dor durante todo o procedimento.

Após a ablação, pode ocorrer algum desconforto ou dor na região tratada, geralmente controlados com medicamentos analgésicos.

Quais são as vantagens da ablação?

A ablação permite tratar determinados tumores do fígado sem a necessidade de retirar cirurgicamente uma parte do órgão, preservando uma maior quantidade de tecido hepático saudável.

Por ser minimamente invasiva, geralmente está associada a menor agressão ao organismo, menor frequência de complicações e recuperação mais rápida quando comparada à cirurgia.

Em pacientes adequadamente selecionados com pequenas metástases hepáticas de câncer colorretal, estudos de alta qualidade demonstraram resultados iguais aos da cirurgia, reforçando a ablação como uma opção de tratamento com intenção curativa.

Quanto tempo demora?

O tempo do procedimento varia de acordo com o número, tamanho e localização das lesões que serão tratadas.

Após o procedimento, o paciente permanece em observação. Dependendo das características do tratamento e das condições clínicas, pode receber alta no mesmo dia ou permanecer internado por uma noite, com alta no dia seguinte.

Quais são os riscos?

A ablação hepática é considerada um procedimento seguro quando realizada em pacientes adequadamente selecionados e após planejamento cuidadoso por imagem.

Pode ocorrer dor ou desconforto após o procedimento, geralmente controlado com medicamentos. Outras complicações são pouco frequentes e dependem principalmente do tamanho e da localização do tumor e de sua proximidade com estruturas importantes.

Por esse motivo, cada procedimento é planejado individualmente, buscando tratar completamente a lesão e preservar ao máximo as estruturas saudáveis ao seu redor.

Dr. Henrique Pavan

CRM-RS 43904 | RQE 40165 | RQE 44984

Atua principalmente na Radiologia Intervencionista Oncológica, realizando procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem para o diagnóstico e tratamento do câncer, além de outros procedimentos da Radiologia Intervencionista.

Dr. Henrique Pavan

CRM-RS 43904 | RQE 40165 | RQE 44984

RQE 40165 – Radiologia e Diagnóstico por Imagem

RQE 44984 – Radiologia Intervencionista

Atendimento pelos convênios Unimed, Círculo e Tacchimed, além de atendimento particular para pacientes de outros convênios.