Atendimento em Caxias do Sul

Biópsia Hepática

A biópsia hepática é um procedimento minimamente invasivo no qual pequenos fragmentos do fígado ou de uma lesão hepática são coletados com uma agulha. Esses fragmentos são encaminhados ao laboratório para uma análise detalhada ao microscópio.

Sem cortes

Anestesia local

Guiada por ultrassonografia

Cerca de 4 horas em observação

O que é a biópsia hepática?

A biópsia hepática é um procedimento minimamente invasivo no qual pequenos fragmentos do fígado ou de uma lesão hepática são coletados com uma agulha. Esses fragmentos são encaminhados ao laboratório para uma análise detalhada ao microscópio.

Essa análise pode ajudar a estabelecer o diagnóstico, caracterizar tumores, avaliar determinadas doenças do fígado e fornecer informações importantes para a escolha do tratamento.

Quando a biópsia hepática é indicada?

A biópsia hepática pode ser indicada principalmente em duas situações:

Nódulos no fígado

Quando é necessário analisar o tecido da lesão para estabelecer o diagnóstico e orientar o tratamento. Nem todo nódulo precisa ser biopsiado, pois algumas lesões podem ser caracterizadas com segurança pelos próprios exames de imagem.

Doenças do fígado

Quando é necessário avaliar o tecido do fígado para investigar doenças que acometem o órgão de forma difusa, especialmente quando exames laboratoriais, de imagem e outros métodos não invasivos não fornecem todas as informações necessárias.

Como é realizada?

Antes do procedimento, o radiologista intervencionista avalia os exames de imagem e planeja o local e o trajeto mais adequado para a punção.

A biópsia é realizada sem cortes e guiada por imagem, geralmente por ultrassonografia. Dessa forma, é possível visualizar o fígado e as estruturas ao seu redor e posicionar a agulha com precisão na região que será biopsiada.

Após a anestesia local, uma agulha específica para biópsia é introduzida através da pele e pequenos fragmentos de tecido são coletados. O material é então encaminhado ao laboratório para análise detalhada ao microscópio.

A biópsia hepática dói?

Pode ocorrer uma leve ardência durante a aplicação do anestésico local. Após a anestesia, o procedimento é realizado sem dor.

Dependendo das características do procedimento e das necessidades de cada paciente, também pode ser utilizada sedação para proporcionar maior conforto.

Quanto tempo demora?

A coleta dos fragmentos costuma ser relativamente rápida, mas a duração do procedimento pode variar conforme a localização da lesão e as características individuais de cada caso.

Após a biópsia, o paciente permanece cerca de 4 horas em observação e, não havendo intercorrências, recebe alta e pode retornar para casa.

Quais são os riscos?

A biópsia hepática é considerada um procedimento seguro quando adequadamente indicada e planejada, mas, como qualquer procedimento invasivo, apresenta alguns riscos.

Pode ocorrer dor ou desconforto após o procedimento. O sangramento é uma complicação pouco frequente e, quando ocorre, geralmente é limitado e não necessita de tratamento específico. Nos raros casos em que é necessária alguma intervenção para controlar o sangramento, ela pode, na maioria das situações, ser realizada por meio de técnicas minimamente invasivas.

Antes do procedimento, são avaliadas as condições clínicas do paciente, os medicamentos em uso e, quando necessário, exames relacionados à coagulação.

Dr. Henrique Pavan

CRM-RS 43904 | RQE 40165 | RQE 44984

Atua principalmente na Radiologia Intervencionista Oncológica, realizando procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem para o diagnóstico e tratamento do câncer, além de outros procedimentos da Radiologia Intervencionista.

Dr. Henrique Pavan

CRM-RS 43904 | RQE 40165 | RQE 44984

RQE 40165 – Radiologia e Diagnóstico por Imagem

RQE 44984 – Radiologia Intervencionista

Atendimento pelos convênios Unimed, Círculo e Tacchimed, além de atendimento particular para pacientes de outros convênios.