A biópsia pulmonar é um procedimento minimamente invasivo no qual pequenos fragmentos de uma lesão do pulmão são coletados com uma agulha. Esses fragmentos são encaminhados ao laboratório para uma análise detalhada ao microscópio.
A biópsia pulmonar é um procedimento minimamente invasivo no qual pequenos fragmentos de uma lesão do pulmão são coletados com uma agulha. Esses fragmentos são encaminhados ao laboratório para uma análise detalhada ao microscópio.
Essa análise pode ajudar a estabelecer o diagnóstico, identificar a natureza da lesão e fornecer informações importantes para a escolha do tratamento.
A biópsia pulmonar pode ser indicada para investigar nódulos ou outras alterações identificadas no pulmão quando é necessário analisar o tecido para estabelecer o diagnóstico e orientar o tratamento.
Nem todo nódulo pulmonar precisa ser biopsiado. Dependendo de suas características, tamanho, evolução ao longo do tempo e demais exames do paciente, pode ser mais adequado apenas acompanhar a lesão ou utilizar outros métodos de investigação.
Antes do procedimento, o radiologista intervencionista avalia cuidadosamente os exames de imagem e planeja o trajeto mais adequado para chegar até a lesão.
A biópsia é realizada sem cortes e guiada por tomografia computadorizada. As imagens permitem acompanhar a posição da agulha e direcioná-la com precisão até a lesão, planejando um trajeto que evite estruturas importantes.
Após a anestesia local, uma agulha específica para biópsia é introduzida através da pele e pequenos fragmentos da lesão são coletados. O material é então encaminhado ao laboratório para análise detalhada ao microscópio.
Pode ocorrer uma leve ardência durante a aplicação do anestésico local. Após a anestesia, o procedimento é realizado sem dor.
Dependendo das características do procedimento e das necessidades de cada paciente, também pode ser utilizada sedação para proporcionar maior conforto.
A coleta dos fragmentos costuma ser relativamente rápida, mas a duração do procedimento pode variar conforme o tamanho, a localização da lesão e as características individuais de cada caso.
Após a biópsia, o paciente permanece cerca de 4 horas em observação. Durante esse período, podem ser realizadas imagens de controle para avaliar o pulmão e, não havendo intercorrências, o paciente recebe alta e pode retornar para casa.
A biópsia pulmonar é considerada um procedimento seguro quando adequadamente indicada e planejada, mas, como qualquer procedimento invasivo, apresenta alguns riscos.
O pneumotórax, que corresponde à entrada de ar entre o pulmão e a parede do tórax, é uma possível complicação. Na maioria das vezes é pequeno e não necessita de nenhum tratamento específico. Em uma parcela menor dos casos, quando há maior quantidade de ar, pode ser necessária a colocação de um pequeno dreno para permitir a reexpansão do pulmão.
Também pode ocorrer pequeno sangramento no pulmão, geralmente limitado e sem necessidade de tratamento específico.
Antes do procedimento, são avaliadas as condições clínicas do paciente, os medicamentos em uso e, quando necessário, exames relacionados à coagulação.
CRM-RS 43904 | RQE 40165 | RQE 44984
Atua principalmente na Radiologia Intervencionista Oncológica, realizando procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem para o diagnóstico e tratamento do câncer, além de outros procedimentos da Radiologia Intervencionista.
CRM-RS 43904 | RQE 40165 | RQE 44984
RQE 40165 – Radiologia e Diagnóstico por Imagem
RQE 44984 – Radiologia Intervencionista
Atendimento pelos convênios Unimed, Círculo e Tacchimed, além de atendimento particular para pacientes de outros convênios.